A CRESCENTE ECONOMIA VIRTUAL

ANTÔNIO SILVEIRA RIBEIRO DOS SANTOS
Juiz de direito em São Paulo. Criador do Programa Ambiental: A Última Arca de Noé (www.aultimaarcadenoe.com)


Quase que diariamente deparamos na mídia em geral com notícias, matérias ou artigos relativos a informática. O motivo de tal constatação é fácil entender, trata-se da sedutora possibilidade recente de podermos nos comunica com praticamente todo o mundo. Basta acionarmos a rede mundial de computadores – conhecida como Internet. E o que é melhor, comodamente de nossa casa.
Isto tem fascinado milhões de pessoas em todo o mundo. Só no Brasil somos mais de 6 milhões de “plugados” na Internet, com previsão para 10 milhões até o final de 2.000. No mundo calcula-se que serão mais de 400 milhões de “internautas” até a citada data, o que representa um potencial econômico incalculável, pois são milhões de eventuais compradores que navegam pelos mais de 2 milhões de sites. Atrás desta multidão de aficionados vem a movimentação de uma enorme economia geradora de bilhões de dólares.
O site que é considerado um bem móvel, passou então a ter valor e muitos chegam a ser avaliados em milhões de dólares e assim negociados. Os capitalistas estão transferindo seus investimentos na compra de sites ou entrando como sócios neste ramo de empreendimento. É a troca do capital pela informação. Esta passa a ter valor econômico, e que valor! A informação acumulada, organizada e coordenada passou a ser o capital virtual propulsor da nova economia neste século, superando em muito as tradicionais formas de riqueza.
A agilização e penetração da Internet facilitam também os negócios e as trocas comerciais, tornando-se as exigências estratégicas dos novos paradigmas da globalização. Os negócios entre empresas multiplicam-se na Internet, levando empresas tradicionais a modificar suas formas de compra e venda, transferindo-as para a rede. O comercio eletrônico – “e-commerce”, avança irremediavelmente para se fixar na nova ordem mundial, apesar das dificuldades encontrada pelas barreiras lingüística, cultural e regulatória. Esta nova forma de comercialização vem trazendo novas oportunidades de emprego, com a criação de novas funções como de analistas de suporte e desenvolvimento de rede, analistas de negócios, consultores, gerentes de processo, informática, dados propaganda e divulgação, produtores de conteúdo, webdesigners, produtores web etc. Além disso, ao redor das empresas virtuais da Internet gravitam centenas de outras prestadoras de serviço como entregadoras, seguradoras etc.
Baseados então nas observações e as conseqüências da explosão do acesso à Internet, os analistas internacionais já estão prevendo que um do principais patrimônios das nações será o seu acervo de informação acumulada, que será o sustentáculo das medidas sócio-econômicas e também ambientais.  A informação é que dará as diretrizes dos caminhos a serem tomados, sem ela não haverá possibilidade de um país tomar decisões que o colocará parelho aos mais adiantados e evoluídos. Dessa forma, o conhecimento e a informação serão os diferenciais entre o mundo rico e o pobre
Portanto, o século 21 será o  século da informação, de maneira que a pessoas, as empresas, as indústrias e os países que não tiverem acesso a esta nova e crescente tecnologia, ou não a desenvolverem e conseqüentemente não adentrarem a esta economia virtual estarão alijados da competição global, das inovações e dos benefícios da nova era.

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