Libélulas do Jardim Botânico de São Paulo-Brasil

Lago das libelulas2-JdBotanicoSP-BR-7-1-16-ASilveira  Libelula vermelha2-JdBotanicoSP-Br-4-4-15-ASilveira

As Libélulas ou Dragonflies, como são conhecidas mundialmente, são insetos do pertencentes a ordem Odonata, com grande poder de voo. Alimentam-se de mosquitos principalmente, que pegam no ar mostrando grande capacidade de voo e velocidade.

As donzelinhas (Zygoptera) tem o corpo mais fino, é mais delicada do que as libélulas, e suas asas são do mesmo tamanho e quando pousadas as asas ficam paralelas ao corpo.

Nas Libélulas (Anisoptera) o corpo é mais robusto e as asas posteriores são mais curtas que as anteriores e quando pousam as asas ficam perpendiculares ao corpo.

São cerca de 5.600 espécies de odonatas no mundo, ocorrendo mais de 800 no Brasil.

São insetos que vivem próximo a poças de água, riachos e lagos. Suas larvas são aquáticas e se chamam naiades e são carnívoras vorazes como os adultos.

A cópula é singular onde o macho “agarra” a fêmea pela nuca com sua extremidade do corpo. A fêmea curva o corpo e facilita o contato dos órgãos reprodutores, o que fazem inclusive voando. Depois deposita os ovos na superfície da água em movimentos repetidos e rápidos, como tivemos a oportunidade de ver e registrar muitas vezes (foto abaixo).

Os adultos têm vida efêmera pois vivem de uma a duas semanas, normalmente. E pelo seu modo de vida as odonatas são animais bioindicadores de qualidade ambiental, em especial da água.

As libélulas estão entre os animais que chamam muito a atenção das pessoas e são muito apreciadas como objeto de fotografia. Inclusive há muito muitos locais especiais para a sua observação, as chamadas Dragonflies trails, principlamente em parques nos EUA,como no Wetlands Park, em Las Vegas.

O turismo de observação de libélulas (Dragonfly watching) é uma atividade rescente mas de grande potencial e que deve ser incentivado pelos gestores de áreas verdes das cidades.

E o Jardim Botânico de S.Paulo,Brasil é um local especial para observá-las, em especial nos lagos, onde temos feito observações sistemáticas e encontrado muitas espécies. por Antonio Silveira.

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Seguem fotos do autor de algumas espécies (pela dificuldade de se identificar com certeza, colocamos nomes em algumas espécies mas deixamos como prováveis):

 Libelula negra1-JdBotanicoSP-5-2-16-ASilveira  Erythridiplax sp1-JdBotanicoSP-Br-4-4-15-ASilveira

                                                                        Erythridiplax-sp  (provavel)

 Micrathyria stawiarskii1b-JdBotanicoSP-BR-31-1-16-ASilveira

           Micrathyria-stawiarskii  (provavel)

Libelula vermelha2-JdBotanicoSP-Br-4-4-15-ASilveira

Orthemis discolor  (provável)

Erythrodiplax sp4-JdBotanicoSP-18-4-15-ASilveira Erythrodiplax sp3-JdBotanicoSP-18-4-15-ASilveira

 Libelula5a-JdBotanicoSP-BR-31-1-16-ASilveira

Libelulas-copula1-JdBotSP-Br-4-4-15-ASilveira Libelula1-JdBotanicoSP-BR-31-1-16-ASilveira

Ischnura fluviatilis  (provável)

Erythemis vesiculosa2-JdBotanicoSP-BR-11-6-15-ASilveira

Erythemis versiculosa

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Antonio Silveira: 05-6-2016.

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