NOSSA MENSAGEM
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O que deixaremos para o futuro?
Na luta diária de nós humanos pela sobrevivência, não temos tido tempo de parar e pensar no futuro de nossa Terra, mesmo sabendo que plantamos gerações e somos responsáveis por suas vidas. Nossas preocupações com o agora, deixa-nos esquecidos de que temos que pensar no futuro ambiental. Este nosso imediatismo de vida tem nos impedido de ver qual o grau de degradação que nossas ações estão causando, ao mesmo tempo que distancia nossa noção de responsabilidade futura. O que deixaremos para o futuro? Esta é a primeira e grande reflexão a ser feita. Antônio
Silveira R. dos Santos
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Animal em cativeiro = egoísmo
humano
A manutenção de animais em cativeiro mostra quão grave é o egoísmo humano, que, para satisfazer a sua vontade, sacrifica a vida de outro ser. É incrível o grau desse egoísmo. Nada mais prazenteiro do que ver um animal em liberdade, experimentem. Antônio
Silveira R. dos Santos
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CAÇA ESPORTIVA
É simplesmente inacreditável que, em pleno século 21, ainda há pessoas que se reúnem e saem para "matar animais", e chamam isto de "esporte" ou "caça esportiva", conforme ainda se faz em alguns lugares do mundo e no sul de nosso país.
A liberação da caça, além
de inconstitucional, é uma afronta à crescente ética
ambiental e aos novos valores da humanidade.
Antônio
Silveira R. dos Santos
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O Fim da Vida Em
continuando o nível atual de degradação ambiental, em algumas décadas as
florestas estarão extintas, e com elas milhões de espécies animais e
vegetais. Será também o fim da espécie humana, a qual depende direta ou
indiretamente delas. Antônio
Silveira R. dos Santos
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DESTINO PARTILHADO Se
olharmos com mais atenção o planeta Terra, vamos constatar que todos seus
elementos minerais, vegetais ou animais estão intimamente interligados, em
verdadeira harmonia. Isto inclui os seres humanos, mas não temos percebido
isso, salvo honrosas exceções. Assim, caminhamos como se fossemos os mais
importantes seres terrestres, impingindo aos demais violenta agressão,
desrespeito e extermínio implacáveis, para satisfazer nossos interesses, nem
sempre nobres.
Portanto, vivemos em uma mesma comunidade e estamos em um momento
decisivo, ante o alto nível de degradação ambiental. Cabe ao homem decidir
agora seu caminho. Sua opção não terá volta, ante a situação crítica
que se apresenta. Aliás, como consta da Carta da Terra de 18.03.97, "a
alternativa está frente a nós: cuidar da Terra ou ser partícipe da destruição
tanto nossa quanto da diversidade da vida". Assim, uma coisa é certa:
vivemos todos nós e os demais seres na mesma "nave mãe", teremos o
mesmo futuro e partilharemos do mesmo destino. Antônio
Silveira R. dos Santos
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| O
Éden Perdido
As últimas guerras na região do Golfo Pérsico e a política de desenvolvimento, principalmente no Iraque deram causa a um dos maiores desastres ecológicos do planeta: a quase extinção dos pântanos da mesopotâmia, local considerado como o éden bíblico. Hoje a região pantanosa está a beira da extinção em vista da drenagem e da construção de represas. Se não houver uma atenção mundial de entidades internacionais, o mundo perderá um de seus lugares mais exóticos e bonitos, e com ele desaparecerá o povo mandans. Isto será mais uma perda imensurável por culpa exclusiva do Homo sapiens. Antônio Silveira R. dos Santos |
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Nos caminhos da insensatez As guerras, além de catastróficas, demonstram que o ser humano ainda não conseguiu superar pela ética e a solidariedade, sua condição de predador e de beligerância. O que é muito triste, pois continuamos nos caminhos da insensatez.Antônio
Silveira R. dos Santos |
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O DEGRADADOR RASTRO HUMANO
Recentemente mais um estudo, desta vez organizado pela Wildlife Conservation Society e a Columbia University, chamado de Human Footprint, mostra que o ser humano está degradando rápida e perigosamente as áreas naturais do nosso planeta, chegando já a 83%. O mapa mostra quão grande e degradador é o rastro humano, daí a necessidade de repensarmos nosso "desenvolvimento". Antônio Silveira R. dos Santos |
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TOMBAMENTO E QUALIDADE DE
VIDA
O tombamento de um bairro além de valorizar o ambiente local, propicia a preservação do patrimônio arquitetônico, paisagístico e histórico da cidade, permitindo a melhora da qualidade de vida de todos os seus habitantes. Antônio
Silveira R. dos Santos |
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PERDA IMENSURÁVEL
A morte de Orlando Villas Boas, além de trazer tristeza e pesar a toda a sociedade pelo respeito ao seu trabalho, representa uma imensurável perda às sofridas comunidades indígenas. Perdem os índios um dos seus maiores defensores e o “grande pai branco”.
Com o seu falecimento as nações indígenas e as pessoas conscientes e engajadas de todo o mundo estão de luto. A causa indígena e conseqüentemente a ambiental estão, a partir de agora, mais fragilizadas em suas lutas pela preservação do nosso tão dilapidado patrimônio sócio-ambiental. Antônio
Silveira R. dos Santos
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Cidadania
Ambiental
A cidadania deve ser exercida a todo momento para que sejam corrigidas as distorções na administração da coisa pública Antônio
Silveira R. dos Santos
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Exploração
Insustentável
Segundo o relatório Planeta Vivo 2002, da WWF, a humanidade está utilizando 20% a mais de recursos naturais do que a terra é capaz de repor. Este excedente degradatório denota uma super-exploração dos recursos naturais do globo, mostrando que ainda estamos longe de alcançarmos o almejado desenvolvimento sustentável. O que é mais grave e desastroso para a vida no nosso planeta. Todavia, não podemos perder as esperanças de reverter esta situação. Cada um de nós deve colaborar como pode, ainda que seja com um pouco. Pensem nisso. Antônio Silveira R. dos Santos |
| Amazônia
em Perigo
Se nada
for feito efetivamente para proteger a floresta Amazônica, o lendário
Eldorado não passará de um triste sonho de nossos antepassados
e de um escaldante deserto nas gerações futuras.
Antônio
Silveira R. dos Santos
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Um triste adeus
Antônio Silveira R. dos Santos Criador do Programa Ambiental: A Última Arca de Noé |
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TRISTE
CONSTATAÇÃO
Ante as reiteradas notícias veiculadas nos jornais e nos meios científicos, que dão conta da crescente degradação do ambiente marinho, é lamentável concluir que em pleno século 21 continuamos a tratar com descaso os oceanos, os quais desde tempos imemoriais nos dão subsídios para viver. O que é pior, não percebendo que sem eles não subsistiremos. Antônio
Silveira R. dos Santos
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Mostrando a importância do respeito às culturas e terras indígenas, foi emanada na Conferência Rio-92 a Declaração dos Povos Indígenas, com a seguinte frase: “Avançamos para o futuro seguindo as pegadas de nossos ancestrais que estão gravadas em nossas terras". De nada valerá esta mensagem, se não forem tomadas medidas urgentes no sentido de respeita-los, principalmente agora na Amazônia, e nossos indígenas estarão sujeitos a perder suas terras, conseqüentemente as pegadas de seus ancestrais e seu futuro como raça. O que será uma perda imensurável para toda a humanidade. Antônio
Silveira R. dos Santos
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A aplicação efetiva de um comportamento ético de cada um de nós em relação aos animais, plantas e componentes da Terra, propiciará a cada indivíduo uma enorme satisfação subjetiva e íntima de estar contribuindo com responsabilidade para a preservação da natureza como um todo. Isto nos dará a esperança de podermos prolongar a existência de nossa espécie em condições mais dignas, permitindo que possamos usufruir juntamente com os demais seres este valiosíssimo bem que é a vida. Antonio
Silveira R. dos Santos
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Ante a grave situação planetária que se apresenta em relação a fome, urge que todas as nações tomem realmente consciência do problema e partam para ações solidárias e concretas no sentido de acabar com o espectro da fome que persegue milhões de pessoas, sob pena de continuarmos neste século 21 morrendo por desnutrição crônica, em total desrespeito a um dos princípios básicos dos Direitos Humanos, que é ter direito a alimentos. ANTÔNIO
SILVEIRA RIBEIRO DOS SANTOS
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Os recentes resultados do Projeto Genoma mostrando que temos o mesmo número de genes do que o milho e o dobro da mosca-das-frutas, caem como uma ducha de água fria na tese daqueles que pensam que o ser humano é superior a todos as outras formas de vida do nosso planeta. Esta constatação levam-nos a concluir que devemos ter mais “humildade zoológica” e assim passarmos a tratar os demais seres com mais respeito. Afinal não somos superiores a nenhum deles. Antônio
Silveira R. dos Santos
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O declínio do potencial da pesca, das florestas, o extermínio das espécies, a poluição das águas está nos sinalizando que a regeneração ou recuperação dos elementos naturais está aquém do consumo. Isto quer dizer que se não for revista a nossa política populacional, nossa sanha consumista, nossa ética ambiental e não criarmos programas de uso racional dos recursos da terra estaremos a caminho da insustentabilidade ambiental, ou seja estaremos a caminho da extinção, também. Temos que conhecer os limites de nosso crescimento, enquanto espécie componente do ambiente global, para evitar o colapso que se visualiza. Será que estas constatações e o alerta de ambientalistas e organizações conscientes da grave situação ambiental, não são suficientes para pararmos e refletirmos, e aí partirmos para ações concretas? Antônio Silveira R. dos Santos |
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